terça-feira, 23 de junho de 2009

As relações humanas são tão frájeis, basta um ato pra virar tudo de cabeça pra baixo. Está tudo caindo aos pedaços e a unica coisa que eu quero é gritar pro mundo pra que conheça-me melhor. Quero mais compreensão, mais carinho, mais amor e BEM menos lágrimas. Quero menos humilhação, menos jogar palavras ao vento e eu quero gritar, quero gritar muito, urrar alto sem que sejam necessárias mais essas tais palavras inúteis! Por que há sempre comprovações de existe essa merda de inferno cósmico? Quando tudo e todos parecem se revoltar, sem, tantas vezes, que dê pra entender o porquê.
É tão ruim gostar tanto das pessoas, qualquer pessoa. Fazer tanto, mostrar tanto e ainda assim ver cada erro ser duramente condenado. Que vontade de não precisar, de novo, tentar explicar mais nada. Que vontade de enterrar-me em insanidade até não precisar sentir mais nada. Ser deficiente sentimental tinha suas vantagens, como é dificil suportar a angústia que dói na alma, e incomoda no característico nó na garganta.

Sinto tanta coisa junta e ao mesmo tempo não sinto mais nada, sinto-me vazia. é como se nada fosse real, nada fosse realmente meu, nem mesmo a minha dor. é como se tudo pudesse me ser arrancado na distração de alguns milésimos. Havia tempos que esse desespero de ver tudo em volta cair, pouco a pouco, aos pedaços não batia à minha porta. São as conhecidas fases de mudança em que tudo que sepode fazer é pensar sobre o que realmente e importante e merece o esforço. Torço que a mudança seja pra melhor, porque tá muito mais fácil desistir e jogar tudo pro alto.

terça-feira, 12 de maio de 2009

day by day

Mudando de rumo, venho, pincipalmente, falar de tempos verbais, numa realidade bem maior que a da gramática. Vim falar do presente, que nada mais é do que a lembrança do que passou e o anseio do que possa vir.
Pretérito meu de cada dia, deu-me o aconchego das cores em volta, vibrantes ou apagadas, na complexa magia do concreto com o verde.
Cidade apelidada corrupta e sem identidade, mas pra quem a a vive: cidade bela em sua essência e indiscutívelmente única em sua identidade ou falta de.
Meramente inventada em tempo subestimado, para um futuro indeterminado.
Me deu a vida, essa cidade. Me criou, me fez criar. Já não me pertence... Corrijo-me: eu já não pertenço a ela.
Tudo é tanto! Tanto não é o suficiente.
Respirar aqui dói nas espectativas impróprias. Quero mais a simplicidade de olhar somente e nem sempre só, o mar sob a lua cheia, com uma garrafa de vinho e, desenhando meus sonhos, as estrelas.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

tudo que eu precisava nesse momento era um colo pra deitar e, simplesmente, ficar.
Jéssica just took the quiz WHAT TYPE OF PERSON DO YOU ATTRACT? with the result:
FREE SPIRIT:
This person will have you crying and laughing all on the same day! They are unpredictable and you can't always depend on them. They don't follow any fashion trends and sometimes you are embarrassed to be seen in public with them because of their "fashion expression." Don't expect to be with this person for very long since they believe that feelings has no limits and they can't pass up a potentially new partner.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Vejo no espelho a incógnita fascinante de cada dia, banhada em poesia, mas cujos olhos vagam pela imensidão. Vejo-me querendo tudo e, no fundo, simplesmente, não querendo nada.
Agarro-me a evasão sem perceber, quase nao sinto a gravidade em meu doce precipício, na verdade, espero ansiosamente ador de chegar ao chão. Desesperadamente corro, apenas po alguns instantes de hedonismo sem culpa, até que me bate na face a amrga realidade.
Minha vida já não me pertence, está sendo leiloada pelo mísero preço de alguns minutos de silêncio, por um abraço de pena dado por um hipócrita qualquer.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Falta

Falta motivo, falta atenção, falta querer, faltam sentimentos precisos, falta fazer falta, falta atenção, faltam lágrimas e agora, literalmente, faltam palavras, doces ou amargas.